Entrevistas de JoaQuim Gouveia

14
Fev 14

 

Com o apoio “HOTEL DO SADO”

 

"O FUTEBOL FOI O MEU PRIMEIRO AMOR”

 

Fernando Cruz é um antigo jogador de futebol do Vitória de Setúbal, do Sporting C.P. e da seleção nacional. È setubalense de origem e viveu a sua infância na Estrada dos Ciprestes. Frequentou a antiga primária do Bairro Salgado e cedo despertou para o futebol. Com 13 anos já ganhava o seu primeiro ordenado. Aliás, o futebol é mesmo o seu primeiro amor. Para si o mundo é uma caixinha de surpresas, uma obra prima criada por Deus. Pensa que a crise só se resolve incentivando o tecido empresarial e criando melhores condições de vida para todos. Gosta de Michael Bolton e a sua filha é o seu ídolo

 

Como foi a sua infância?

Sou natural de Setúbal. Vivi a minha infância e juventude na Estrada dos Ciprestes. Venho de uma família humilde. O meu pai imigrou cedo, mas tive uma infância feliz e ainda mais quando comecei a estar no desporto que me permitiu experiências únicas que de outro modo não teria sido possível. Andei na antiga escola do Bairro Salgado. Era um bom aluno.

 

O primeiro amor…

Foi no futebol. Acho que o futebol surgio primeiro na minha vida do que as raparigas. Comecei a jogar com 11 anos. Foi uma paixão à primeira vista.

 

E o primeiro emprego…

Como jogador profissional, aos 13 anos de idade. O meu primeiro ordenado foram 40 contos.

 

Como é a sua casa? Como a define?

É uma casa modesta, com uma vista fabulosa para a cidade e para o Sado e onde tenho um prazer enorme em estar e conviver. Foi decorada pela minha esposa, ao seu gosto. É o nosso quartel general onde estou com a família e os amigos.

 

O que pensa do mundo?

É uma caixinha de surpresas. Infelizmente, o ser humano a cada dia que passa tem o condão de o estragar. No entanto o mundo é maravilhoso, especialmente, por toda a riqueza que nele está contida e porque é onde nós vivemos.

 

Sente-se realizado humana e profissionalmente?

A realização plena nunca existe, em particular em quem é ambicioso como eu. Em termos profissionais penso que atingi um bom patamar. Como ser humano estou sempre à procura de mais porque a procura faz parte da minha natureza. Sinto-me satisfeito.

 

Como se resolve a crise?

Uma boa solução seria quem a criou inverter a situação que levou a esta crise, ou seja, essencialmente o sistema económico criou um facilitismo inícial e agora impôs demasiadas dificuldades não deixando evoluir a sociedade. O sistema político não tem facilitado em nada esta resolução com medidas de estrangulamento da sociedade em termos económicos. Para sair da crise temos que incentivar o tecido empresarial, não com impostos, mas de forma a criar mais empresas e melhores condições de vida.

 

Deus criou o Homem, ou foi o Homem quem criou Deus?

Como católico e crente em Deus acho que foi Deus quem criou o Homem, embora, infelizmente, hajam muito pseudo-deuses criados pelo Homem, através das seitas religiosas e pelos piores motivos. Mas prevalece a obra prima criada por Deus.

 

Se pudesse voltar atrás o que mudaria na sua vida?

Não costumo viver do passado porque o que está feito, feito está. Mas a experiência de vida diz-me que secalhar houveram coisas que poderiam ter sido feitas de outra forma.

 

Que faz no presente e que projectos para o futuro?

Trabalho na área dos pavimentos desportivos através da minha empresa “Vigilqual”. Construímos campos de relva sintética e pistas de atlétismo. No futuro pretendo consolidar a empresa e eventualmente, explorar outros tipos de mercado mas também nesta área.

 

CAIXA DAS PALAVRAS

 

Um destino

Bahamas

 

Um livro

O nome da Rosa (Umberto Eco)

 

Uma música

Love tenderness (Michael Bolton)

 

Um ídolo

A minha filha

 

Um prato

Arroz de cabidela

 

Um conceito

Amizade

publicado por Joaquim Gouveia às 11:58

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