Entrevistas de JoaQuim Gouveia

06
Jan 18

“PRECISAMOS DE BONS LÍDERES”

Foto.jpg

Paulo Alexandre é empresário de artes gráficas. Desde muito cedo tinha o desejo de enveredar pela via empresarial. Pensa que trilhou um bom caminho dentro dos valores e ensinamentos que colheu. Nasceu e cresceu no bairro de Troino, onde brincou e conheceu os primeiros amigos. Se pudesse voltar atrás aplicar-se-ia nos estudos porque quer ter um grau de conhecimento mais alargado para olhar o futuro com mais segurança.  Pensa que o mundo está perigoso e que a crise só se resolve com trabalho e criatividade. Não tem ídolos mas adora os U2.

 

Como foi a sua infância?

Nasci em Setúbal, a 27 de Dezembro de 1965, na rua Vasco da Gama, no bairro de Troino, onde vivi até aos 9 anos. Estudei na escola Conde de Ferreira. Lembro-me que brincava na rua, na Avenida Luísa Todi e na Fonte Nova. Jogávamos futebol, ao berlinde e palmilhávamos toda a barreira do Outeiro da Saúde. Tínhamos sempre motivos para as aventuras que construíamos nessas brincadeiras. Na altura estava em moda o livro dos “Cinco”

 

O primeiro amor...

Terá sido na escola primária com uma menina mas não fui correspondido.

 

O primeiro emprego...

Foi um castigo do meu pai. Meteu-me a trabalhar na oficina de automóveis “Custódio & Sérgio”, onde ele trabalhava. Tinha 15 anos. Não me recordo de quanto ganhava.

 

Como é a sua casa? Como a define?

Está sempre limpa e arrumada facto que prezo muito. Isso vem da minha mulher. É uma casa acolhedora e estimamos muito todas as coisas. Está decorada de uma forma moderna com poucos móveis e bibelôs mas é confortável. Tenho fotos familiares na sala. É um local onde me sinto muito bem.

 

O que pensa do mundo?

Penso que está muito perigoso. Os valores perderam-se ao longo dos tempos. Há uma disputa muito frenética pela ascensão ao poder sem olhar a meios. Nos últimos 8 anos tenho conhecido pessoas que vão contra tudo isto. São pessoas que preservam os valores, que são solidários e tem sido com elas que tenho feito boas amizades.

 

Sente-se realizado humana e profissionalmente?

Sim. Sinto que aquilo que construí ate agora foi com base no que aprendi e nos valores onde me revejo. Tento agora ajudar os amigos sempre que me for possível sabendo que a vida dá muitas voltas.

  

Como se resolve a crise?

Com muito trabalho, com muita seriedade, ideias inovadoras e muita criatividade. Acredito que os portugueses são capazes de dar a volta. Precisamos de bons líderes.

 

Foto criança.jpg

Deus criou o homem, ou foi o homem que criou Deus?

Fui criado no seio de uma família católica mas que mais tarde se converteu á igreja evangélica. No meu entender foi Deus quem criou o Homem. Sou crente.

 

 

Se pudesse voltar atrás o que mudaria na sua vida?

Desde criança que tinha o objetivo de ser empresário. Olhando para trás talvez me tivesse aplicado um pouco mais nos estudos. De resto penso que tenho trilhado um bom caminho. 

 

O que faz no presente e que projetos tem para o futuro?

Sou empresário gráfico. Nos últimos 2 anos tenho participado em muitas formações profissionais. Quero ter um grau de conhecimento mais alargado o que faz com que possa pensar no futuro com mais segurança.

 

CAIXA DAS PALAVRAS

 

Um destino

Nova York

 

Livro

Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes

 

Uma música

Boy (U2)

 

Um ídolo

Não tenho

 

Um prato

Salmonetes grelhados

 

Um conceito

Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti

 

 

 

publicado por Joaquim Gouveia às 15:28

Janeiro 2018
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

arquivos
2018

2017

2016

2015

2014

2013

2012

2011

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO