Entrevistas de JoaQuim Gouveia

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Abr 18

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" O MUNDO ESTÁ EM REGENERAÇÃO "

 

Joel Silva é um homem de fé e de paz. É presidente de uma associação espirita de Setúbal e defende que é na partilha, na solidariedade e na fraternidade que o mundo tem que pulsar a bem de todos. Pensa que Deus criou o Homem à sua imagem e semelhança e a todos deu por igual. Nasceu nas Praias do Sado, trabalhou bastante ao lado dos pais e sente uma enorme felicidade quando se fala de família e bem estar. Para si o mundo está em regeneração e a mensagem de Jesus Cristo tem que finalmente ser entendida.

 

Como foi a sua infância?

Nasci nas Praias do Sado, onde estudei até à 3ª classe. A quarta terminei na escola do Sousa, em Setúbal. Foi uma infância integrada numa família humilde que quis proporcionar um futuro melhor aos filhos. Foi uma vida de trabalho no campo. Ajudava bastante os meus pais nos meus tempos livres. Não tive muita brincadeira porque o tempo era pouco. A minha mãe era regente escolar que era um posto criado no antigo regime pra combater o analfabetismo na falta de professores mas não tinha grandes compensações.

 

O primeiro amor…

Aconteceu nas viagens de comboio para o ciclo preparatório em Setúbal. Eu vinha das Praias do Sado e ela embarcava na Cachofarra e vínhamos juntos até à escola. Foi um namoro de juventude.

 

E o primeiro emprego…

Na Iluminadora do Sado. Não me recordo quanto ganhava na época.

 

Como é a sua casa? Como a define?

É uma casa num sítio pacato, em Aires, perto do campo e muito tranquila. Vivo só com a minha esposa. É o nosso porto de abrigo.


O que pensa do Mundo?

Está a evoluir para dar possibilidade a quem se interessar pela solidariedade e fraternidade. Há um novo andamento do planeta que está em regeneração e quem conseguir perceber a mensagem de Jesus Cristo poderá acompanhar essa regeneração.

 

Sente-se realizado humana e profissionalmente?

Sinto-me realizado embora não em tudo o que tenha ambicionado fazer mas entendo que nem tudo é como nós queremos, nada acontece por acaso e temos que aceitar as coisas sem dramas e sem obsessões tentando sempre atingir os objetivos a que nos propusemos. Amo tudo o que faço sempre na ajuda ao próximo.

 

Como se resolve a crise?

É não vivermos no materialismo e devermos olharmo-nos coletivamente como filhos de Deus. Assim teremos as mesmas oportunidades porque a todos foi dado por igual.

 

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Deus criou o Homem, ou foi o Homem quem criou Deus?

Foi Deus quem criou o Homem, à sua imagem e semelhança.

 

Se pudesse voltar atrás o que mudaria na sua vida?

Tentava começar a preocupar-me mais com o próximo na ajuda e na fraternidade.

 

Que faz no presente e que projetos para o futuro?

Sou presidente da Associação Espirita Luz e Amor, de Setúbal e tesoureiro na loja social Aires Fonte de Boa Vontade. Pretendo dar continuidade a estes projetos e estar sempre atento à realidade da família





CAIXA DAS PALAVRAS

 

Um destino:

Caraíbas

 

Um Livro:

O evangelho segundo o Espirito Santo (Alan Kardec)

 

Uma Música:

Hino à Paz

 

Um Ídolo:

Não tenho

 

Um prato:

Peixe grelhado

 

Um conceito:

É difícil viver neste mundo mas vale a pena se soubermos viver

 

 

 

publicado por Joaquim Gouveia às 13:43

05
Abr 18

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 “O MUNDO É UM LUGAR BOM PARA SE VIVER”

* COM O APOIO DO “HOTEL DO SADO

 

José Pedro Calheiros é um empresário - técnico de turismo muito empenhado na valorização de um sector que tem a certeza está em crescimento e trás riqueza ao nosso país. Aos 27 anos fundou a sua própria empresa, a SAL – Sistemas de Ar Livre e, desde então, nunca mais parou nesta sua aventura de ser um agente de turismo largamente credenciado e conhecedor dos produtos locais e nacionais. Não é crente em qualquer religião preferindo ser católico cultural e agnóstico conceptual. Acredita que o mundo é um lugar muito bom para se viver cheio de pessoas boas.

 

Como foi a sua infância?

Tive uma infância muito feliz. A minha família era muito equilibrada com elevados padrões morais. Senti uma vivacidade social motivada pelo facto de eu ter apenas seis anos quando se deu o 25 de abril de 1974. Frequentei a antiga escola do bairro Salgado, onde fui um aluno daqueles que se sentavam nas primeiras carteiras. A minha professora primária ainda é viva e chama-se Maria Mercês Monteiro. Morávamos na Avenida Bento Gonçalves, entre o Quebedo e o Aranguês. Aliás, a minha família foi a primeira a viver naquela avenida. Tinha sempre muitos amigos com quem brincava bastante. Lembro-me de brincar com o filho do Pedroto, que era o treinador de futebol do Vitória. A minha família tinha uma casa na Aldeia Grande, onde passávamos as férias de verão. O ambiente familiar era de exceção positiva.

 

O primeiro amor…

Aconteceu quando tinha cerca de 20 anos dentro do grupo de jovens paroquianos de S. Sebastião. As coisas evoluíram naturalmente como é normal nessas idades.

 

E o primeiro emprego…

Nunca tive emprego. Nunca enviei o meu currículo para qualquer empresa. Fundei a minha própria firma quando tinha 27 anos.

 

Como é a sua casa? Como a define?

É um espaço acolhedor e que tento que seja o mais organizado possível e com as ofertas básicas para a vida sem luxos. Não tenho o culto da casa.


O que pensa do Mundo?

É um lugar bom para se viver em que a maior parte das pessoas são boas, comprometidas e que lutam pela construção de uma felicidade global. No entanto a visão e o imediatismo que temos hoje do mundo leva a acreditar que ele é muito pior do que o é na realidade.

 

Sente-se realizado humana e profissionalmente?

Completamente. Do ponto de vista humano estou de bem comigo próprio e com as pessoas que me rodeiam e com as outras que nem conheço. Profissionalmente tenho a melhor profissão do mundo. Trabalho num sector absolutamente apaixonante onde o prazer, o divertimento e a motivação têm sido uma constante. Não há pessoas más a trabalhar no turismo.

 

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Como se resolve a crise?

Precisamos de menos Estado, maior boa vontade com a iniciativa privada e com a criação de riqueza e um combate severo à corrupção e compadrio e uma maior produtividade no desenvolvimento profissional.

 

Deus criou o Homem, ou foi o Homem quem criou Deus?

Sou cristão e católico do ponto de vista cultural e agnóstico do ponto de vista conceptual. Não tenho qualquer crença na existência de algo a mais que a materialização do corpo.

 

Se pudesse voltar atrás o que mudaria na sua vida?

Penso que não mudaria nada.

 

Que faz no presente e que projectos para o futuro?

Atualmente tenho em mãos responsabilidades diversas na área da estruturação de produtos turísticos de natureza e um trabalho intenso na consolidação do turismo de Portugal, como fator de criação de riqueza. É esta a linha que pretendo seguir num futuro próximo.


CAIXA DAS PALAVRAS

 

Um destino:

 Portugal

 

Um Livro:

1984 (George Orwell)

 

Uma Música:

One more kiss diar (Don Percivel e Vangelis)

 

Um Ídolo:

Não tenho

 

Um prato:

Couve lombarda com salsichas

 

Um conceito:

Trabalho e criação de riqueza

 

 

publicado por Joaquim Gouveia às 19:42

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